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O que você faz da sua vida?
Posted by Volvard
Todos os dias você levanta, escova os dentes, se
arruma e vai pra escola ou pro trabalho, mas essa é a sua rotina. E a
pergunta é: O que você realmente faz da sua vida? O que você
faz pra deixar esse mundo melhor, ou o que você deixa para os seus
filhos ou para gerações futuras, se o homem é definido como um ser que
evolui (Friederich Nietzsche) como você contribui para a sua evolução. Você, adolescente ou
adulto, já deveria saber responder essa questão. Já aprendeu algo novo
hoje? Plantou uma nova arvore? Ou fez algum desenho criativo? O
importante é a criação, seja ela material ou do seu interior, pois é ela
que vai continuar aqui quando você for embora. E você só será lembrado
pela marca que deixar. Você quer ser apenas mais um no meio da multidão? Ou
quer realmente fazer alguma coisa para se destacar dos demais?
Seja, use e abuse da criatividade, é isso que te diferencia do resto da humanidade. A vida é maravilhosa se não tem medo dela e o maior inimigo da criatividade é o bom senso (Pablo Picasso), por isso não tenha medo de ousar sair de casa com a roupa que quiser, fale tudo o que seu coração mandar, e não se importe com o que os outros vão pensar, pois eles somente não tiveram a ousadia de se libertar como você. A vida é uma peça de teatro que não permite ensaios. Por isso, cante, chore, dance, ria e viva intensamente, antes que a cortina se feche e a peça termine sem aplausos (Charlie Chaplin).
Texto de Gustavo Horn
Seja, use e abuse da criatividade, é isso que te diferencia do resto da humanidade. A vida é maravilhosa se não tem medo dela e o maior inimigo da criatividade é o bom senso (Pablo Picasso), por isso não tenha medo de ousar sair de casa com a roupa que quiser, fale tudo o que seu coração mandar, e não se importe com o que os outros vão pensar, pois eles somente não tiveram a ousadia de se libertar como você. A vida é uma peça de teatro que não permite ensaios. Por isso, cante, chore, dance, ria e viva intensamente, antes que a cortina se feche e a peça termine sem aplausos (Charlie Chaplin).
Texto de Gustavo Horn
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